Coluna de Alípio Ribeiro Um giro pelo Pebinha de Açúcar

Alipio ribeiro #chocopebaAjudem-me a conhecer Parauapebas. Envie mensagens para o jornal CORREIO DO PARÁ ou para outros sites e blogs que publicarem esta coluna. Vamos começar pelas lojas. São muitas e variadas. E são competitivas! Há uma boa diferença de preços e qualidade nas mercadorias, sejam elas, roupas, móveis ou eletrodomésticos. E os ditos Supermercados então? Se alguém está habituado a fazer compras mensais, compensa uma volta pelos atacadões e Hipermercados por aí. Não mencionarei os nomes das lojas e comércios, não vou fazer propaganda gratuita para eles.

Claro, é preciso aliar o custo ao benefício. Não adianta sair do bairro Cidade Nova, onde um galão de água custa em média R$7,00, para ir ao Hiper perto da delegacia para comprar um por R$4,50. A gasolina está a quase R$5,00 o litro. Não compensa! Tenha sempre uma lista de compras em mãos. Quando passar perto de algum comércio, pesquise os preços. Não precisa pesquisar tudo. Uma amostra é suficiente. Mas não se prenda aos preços dos produtos mais procurados, tipo arroz, feijão, óleo, carnes, produtos de limpeza. A maioria dos comércios os vendem por preços baixos e compensam o “prejuízo” em outros produtos! Como o cliente já está ali, não vai querer ir a outro local comprar os produtos de segunda linha.

Para quem gosta de comodidade, o shopping é uma boa opção. Mas peca na variedade. O atendimento então, não existe. As grandes lojas não têm vendedores e, quando os têm, eles parecem manequins. Não se mexem. Se o cliente olhar para eles, viram a cara! A coisa mais rara é um funcionário de um comércio te cumprimentar. Existe uma exceção e a citarei, corrijam-me se eu estiver errado, pois o João não está me pagando pela propaganda: O Verdurão! Lá os funcionários sorriem com o coração, sentem prazer em serem atenciosos. Não é igual aos outros comércios em que o funcionário te dá um bom dia e grita: “PRÓXIMO”. São cumprimentos mecânicos, ridículos, falsos!

Vamos para a diversão. Bares e restaurantes. Pelo amor de Deus! Se quiserem, sou professor no assunto. Os garçons têm medo de olhar para o cliente. O pior de todos parece ser o mais frequentado, que é um bar e choperia na rua F, perto da rua 10. Sangue de Jesus na causa! E os da rua 14 então? Só vou lá por falta de opção! Até os bistrôs (restaurantes e bares pequenos com um cardápio de poucas opções) pecam no atendimento. Na rua 09 há um Bistrô e uma choperia. Estão no mesmo nível. Ambientes aconchegantes e um atendimento regular. Mas mesmo lá, é preciso acenar para o garçom se precisar de atendimento. Existe um bar no início do bairro Parque dos Carajás, onde o sol se põe. Dá para bebericar um bom drink e degustar um bom tira-gosto. Outro

Bistrô bom fica na Avenida Potiguar na divisa do bairro Beira Rio com Parque dos Carajás II. Arrisco dizer que é o melhor da categoria. Preços bons, comida boa e bom atendimento. Mandem mensagens que digo qual é. Restaurantes de primeira linha, não os temos. Alguns tentam enganar. Os da rua 10 no bairro Cidade Nova, das rua E e F, do bairro Cidade Jardim na Avenida dos Ipês, da Serra dos Carajás, os de alguns hotéis por aí… Eu ainda não encontrei um que eu pudesse classificar com 3 estrelas, quem dirá 5!

E os balneários? Pelo amor de Deus. O mais famoso e frequentado tem um boa estrutura, o parque da cidade, mas o atendimento é péssimo. Estive lá neste final de semana passado. A moça do caixa simplesmente virou as costas para mim e começou a gritar com outro funcionário. Desisti da compra. Fui para a área da piscina. Não adiantou, mesmo gritando e acenando para o garçom, ele não me atendeu! Duas horas, segundo eles, para preparar uma galinha caipira! Sei que há outros balneários e bons. Mas ainda não fui lá.

Melhor mesmo são os botequins da esquina no seu bairro. Você conhece o dono que te atende, sente-se em casa, compra até fiado!

Para não passar raiva por aí, o gostoso é fazer o velho churrasco em casa. Cada um leva uma comida diferente, uma bebida, um suco. Aí é diversão garantida. Participo do grupo SOCIEDADE DOS POETAS VIVOS! Nos reunimos uma vez por mês, na lua cheia. Cada um leva o que comer e beber. É muito bom, ao som de violões, da boa conversa, dos recitais de poesias…

Diz aí: você nunca passou raiva nestes comércios? Sejam quais forem?

E olha que não falei dos bancos e serviços públicos. Ficará para uma outra coluna!

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