Muitas criticas sobre a organização do show Cabaré, da dupla Eduardo Costa e Leonardo

Como foi o show Cabare em Maraba?! Bom.., o show do Leonardo e Eduardo costa, foi maravilho, digo: eles cantando foi maravilhoso, assim como esperado.

Organização?! Nota zero! Em todos os sentidos! Banheiros?! Uma lastima! Não tinha lampada (luz) em vários banheiros, aí você descobre suas habilidades para com o escuro, sem papel e alagado- logo em início de festa.

Pra quem comprou mesa, levou os pais e esperou conforto, tomou na tarraqueta!

Pra quem ficou na área VIP ou pista- dei uma passeada por lá, me pareceu mais tranquila, posso estar enganada, talvez.

Quem comprou mesa, pensa num povo sofrido! Beleza que foi avisado que as mesas não seriam marcadas e sim, por ordem de chegada! Portão abre 22:00, você chega ( eu, no caso) 22:40 e simplesmente não tem mesa na sua área. Pois é! Você paga 1200 mangos para:

Open food?! Mas parecia a fila da canja?! Ue, não seria servido por garçom a noite toda?! Isso mesmo! Pra você comer o que a área oferecia, tinha que pegar uma fila e, de quebra, ouvir da cozinheira/ou moça que estava servindo: vocês estão na fila porque querem. Ah! Com certeza sou masoquista! Adoro colocar um salto e encarar um fila!

A água que escorria dos “frizeres” alagando o espaço das mesas, era um brinde pra você se refrescar embaixo das telhas.

Enquanto isso, você aguarda alguém aparecer com uma mesa pra você. Nesse momento vale você correr de salto atras da organização, como se tivesse pedindo um favor!

Blz! Respira fundo, afinal, você deseja que a noite seja agradável pra você e seus pais.

Terceiro minuto do segundo tempo: enquanto o show não começa e você pensa: que demora! Imagina quem chegou aqui dez horas e não tem cadeira pra sentar.

Nesse instante começa a chegar um povo de ego muito grande que, tem toda razão na perplexidade e “brigar” por sua mesa por direito, até aí tudo bem.

Acontece que em frente à essas mesas, tinha uma área vazia que ficava em frente ao palco, separando o pessoal da área VIP.

Até que o povo do ego grande, começa a dizer pros seguranças: ah, mas eu quero por minha mesa aqui, por isso é aquilo, porque isso é um absurdo e não sei mais o que, chegaram uns 5 bambambãs de Maraba com o mesmo papo pra boi dormir! Os seguranças foram firmes: aqui não pode entrar com mesa, apenas com cadeira.

‘Que diabo e isso?!’ Como dizem aqui. Tem um espaço enorme vazio, você tem direito a mesa, mas não pode entrar com mesa. Blz! Tem que respeitar. Momentos depois, essa área foi tomada por todo mundo e, no final das contas, acabou que todo mundo entrou, inclusive eu, pq era de direito. Nessa altura já tinha mesa onde não poderia ter.

Foi nesse instante em que ocorreu o que mais me deixou triste, tirando todas as frustrações. Um senhor, dono de um veículo de comunicação, inclusive no início do post eu citei, fazendo referencia a ego, trocando em miúdos:  ” você sabe quem eu sou?” “Você sabe do que sou dono?” Enfim, esses papo bravo.

Um senhor que tanto diz fazer e querer por Maraba, me foi de uma grosseria imensa, brigando comigo e alegando: cheguei aqui primeiro que você. Simplesmente porque eu ofereci ao rapaz que colocou um bistrô- uma mesa de ferro alta- que poderia acabar machucando a cabeça de alguém que estivesse sentado, a por a bebida dele na mesa em que eu iria colocar a minha frente, pra não tumultuar e ficar bom pra ambos. Aí surge o senhor do ego grande, de uma mesa enorme, com pessoas “influentes” da cidade, incluindo político, autoridades- esses nenhum problema causaram, diga se de passagem. Mas enfim, resumindo a organização de festa em marabá: uma merda que eu infelizmente presenciei. Muito ego! Quanto ao bambambam: muito homem que fala grosso com mulher que está sozinha, mas quando o pai da mulher chega, aí ele baixa a bola, come quieto, se faz de desentendido! Faltou farinha pra virar homem de verdade e honrar as calças que veste

 

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