Siderúrgica a ser anunciada em Marabá deverá produzir cerca de 1 milhão de toneladas de aço

A aciaria em fase de definição no governo do Estado que Simão Jatene anunciou na entrevista de final de ano concedida ao programa Sem Censura, da TV Cultura, tem seu formato definido, e valores colocados na mesa.

Ao ser perguntado por este blogueiro, Jatene confirmou a existência das negociações para a implantação de uma  siderúrgica em Marabá,  depois de fracassadas tentativas de viabilização da Alpa e do projeto de verticalização da Cevital.

Na entrevista, cuja íntegra pode ser assistida clicando A Q U I,  o governador não detalhou o formato da aciaria, mas o blog obteve importantes informações junto a uma fonte segura da mineradora Vale, que tem  trabalhado para anunciar a boa nova, ao lado de Jatene, no início de 2018.

“Não se trata de nada megalomaníaco, como outras formatações  anteriores. A siderúrgica em discussão deve ter seu custo em torno de U$ 1 bilhão, para produzir um milhão de toneladas  de aço anualmente – ao contrário da planta industrial da Cevital que previa colocar no mercado algo próximo a 3 milhões de toneladas/ano, com investimento de R$ U$ 2 bilhões”, revela a fonte.

Jatene, ao ser indagado por este repórter, ao final da entrevista no Sem Censura, limitou-se a dizer que estava negociando com a Vale os detalhes do empreendimento, precisando apenas que o anúncio do projeto deverá ocorrer nos primeiros meses de 2018.

A Vale, no atual estágio de conversações, negocia a definição do sócio que participará da construção da aciaria, que deverá ser erguida no mesmo terreno destinado à Alpa e, posteriormente, à Cevital (Foto de Evangelista Rocha)

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