Entre os dias 11 e 14 de dezembro, a capital paraense tornou-se o epicentro da capoeira mundial ao sediar o Festival Amazônico da Arte Capoeira e Jogos Abertos 2025. O evento, marcado por um intenso intercâmbio técnico e cultural, contou com a participação de quatro representantes de Parauapebas do Bairro Popular 2, o Instrutor Lagarto, e seus Alunos elevaram o nome do município através de desempenhos memoráveis.
Resultados Expressivos e Título
A delegação comandada pelo Professor Wanderson Santos Nina (Professor Lagarto) obteve resultados de destaque nas categorias de graduação azul até verde e roxo. O grande nome da competição foi o Aluno Graduado Negro, que se consagrou-se campeão em sua categoria e ainda recebeu a honraria de “Melhor Corda Verde” do evento, consolidando-se como uma das grandes promessas da modalidade.
Além dele, o Aluno Graduado Quero-Quero garantiu uma honrosa quarta colocação, demonstrando o alto nível técnico da equipe. A comitiva também contou com a participação do Aluno Graduado Soltinho, que, junto aos demais, representou a garra da capoeira local.
Aprendizado com Mestres Renomados
Para o Professor Lagarto, o evento foi muito além da competição. “Foi um evento de grandes aprendizagens para o nosso município. Além do campeonato, participamos de cursos técnicos que são fundamentais para a evolução dos nossos alunos”, avaliou o professor.
A programação técnica foi um dos pontos altos do festival, contando com:
Mestre Morcego (RJ): Responsável por ministrar o curso técnico principal.
Mestrando Papagaio (SP) e Mestranda Juma (RJ): Convidados especiais que compartilharam vivências e fundamentos da arte.
Fortalecimento do Município
O festival encerrou-se com o tradicional batizado e troca de cordas, simbolizando o crescimento individual de cada capoeirista. Para a equipe da Popular 2, retornar com um título de campeão e o reconhecimento de melhor atleta em uma categoria técnica reforça o papel social e esportivo da capoeira os alunos trazem na bagagem técnica para ser compartilhada com a comunidade local.
A participação vitoriosa demonstra que o investimento em técnica e a presença em grandes eixos de competição, como os Jogos Amazônicos, são o caminho para manter viva e competitiva a arte da capoeira na região.
Informações baseadas no relato do Professor Wanderson Santos Nina (Lagarto).
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