O feijão continua sendo o grande vilão da cesta básica do paraense em 2016. Nos primeiros 10 meses do ano o produto já alcançou um recorde de 112% de aumento em 10 meses, contra uma inflação de apenas 6,36% estimada para o período. O arroz também já tem um reajuste acumulado de 17,65%, contra a mesma inflação. Os números são de uma pesquisa do Dieese-PA (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) divulgada na manhã desta segunda-feira (14).
Segundo os números da pesquisa do Dieese, no final do ano passado, o quilo do feijão foi comercializado em média a R$ 4,46; em janeiro deste ano já estava custando em média R$ 5,37 ; em fevereiro foi comercializado em média a R$ 5,56; em março foi comercializado em média a R$ 5,78; em abril foi comercializado em média a R$ 5,97; em mai/2016 foi comercializado em média a R$ 6,51; em junho foi comercializado em média R$ 10,01; em jul/2016 teve a primeira queda e foi comercializado em média a R$ 9,99 ; em agosto foi encontrado em média a R$ 9,98 ; em setembro foi comercializado em média a R$ 9,97 e no mês passado foi comercializado em média a R$ 9,46. O reajuste acumulado no preço do produto nos primeiros 10 meses do ano já alcançou 112%, contra uma inflação de 6,36%.
Em relação ao preço do arroz as altas também já vinham ocorrendo desde o final do ano passado. Em dezembro, o quilo do tipo 2 foi comercializado em média a R$ 2,38 em Belém. No início deste ano, o quilo foi comercializado em média a R$ 2,41; em fevereiro já estava custando em média R$ 2,50 ; em março foi comercializado a R$ 2,51; em abril/2016 foi comercializado em média a R$ 2,54; em maio/2016 foi comercializado em R$ 2,61; em junho foi comercializado em média a R$ 2,65; em julho/2016 foi comercializado em média a R$ 2,70; em agosto/2016 foi comercializado em média a R$ 2,74; em setembro/2016 foi comercializado em média a R$ 2,79 e no mês passado foi comercializado em média a R$ 2,80. O Dieese concluiu na pesquisa que o reajuste acumulado no preço do produto já alcança 17,65%, contra uma inflação de 6,36% para o período. Na pesquisa o Dieese destaca também que a tendência ainda é de alta nos preços dos produtos.
Por: Redação ORM News
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